segunda-feira, 1 de agosto de 2016

JOGOS CORAIS COM INGRID KOUDELA NO NOVO ESPAÇO DE OCUPAÇÃO DO GRITO NO BRÁS.

OFICINA DE JOGOS CORAIS COM INGRID KOUDELA

ESPAÇO RESTAURA-ME NOVA SEDE DA CIA O GRITO NO BAIRRO DO BRÁS - 2016


A Oficina fez parte do projeto de ocupação do espaço Restaura-me com atividades de pesquisa da Cia O Grito gratuitas e abertas ao público.

Esta oficina visa dar continuidade e aprofundamento à pesquisa da Cia O Grito iniciada entre 2011 e 2014 em um Intercâmbio na Grécia, no qual desenvolvemos estudos sobre o coro grego, a manifestação popular do Bumba Meu Boi e Jogos de cena, e ainda com a construção pedagógica de um treinamento de atores baseados nos movimentos e sonoridades do Boi e da Capoeira Angola com um ProAC pesquisa em Artes Cênicas que resultaram no espetáculo Menino Deus Dioniso. 






sábado, 30 de julho de 2016

SEDE DA CIA O GRITO NO BAIRRO DO IPIRANGA - 2009 - 2010 - 2011 - 2012 E 2013

SEDE DO GRITO NO IPIRANGA
Rua Comandante Taylor, 610






NOVA SEDE DA CIA O GRITO NO BAIRRO DO BIXIGA 2013 - 2015


NOSSA NOVA SEDE NO BAIRRO DO BIXIGA
Rua Conselheiro Ramalho, 599


SARAU DA TERTULIA NA SEDE DO GRITO NO BIXIGA 2014






BATE PAPO COM ESCRITORA HELOISA PRIETO NA SEDE DO GRITO NO BAIRRO DO BIXIGA - PINHO DE RIGA - 2014

ESCRITORA HELOISA PRIETO NO GRITO


Após apresentação do espetáculo de teatro Esconderijo da Cia Para.Fuso a escritora Heloisa Prieto formou roda de conversa para falar sobre literatura infanto juvenil, sobre a adaptação de sua obra pela Cia Para.Fuso e sobre parcerias com a Cia O Grito.






LANÇAMENTO DO LIVRO TIRANDO UM SOM NA LIVRARIA CULTURA DO SHOPPING HIGIENÓPOLIS E NA BIENAL DO LIVRO - 2012


Livro Tirando Um Som



Em 2012 a Editora Paulus lança a coleçao Em Cena, voltada a dramaturgia infanto Juvenil e edita a dramaturgia do Projeto Tirando Um Som Na garagem e lança o livro Tirando Um Som.

Matéria Lançamento do Livro Estadão


Lançamento do Livro Livraria Cultura

  Lançamento do Livro Bienal do Livro

Lançamento do Livro Livraria Cultura

VISITA DA DIRETORA GREGA KORNILIA VASILEIADOU EM NOSSA SEDE NO IPIRANGA EM 2011.


Em setembro de 2011, em meio a nossa pesquisa recebemos a visita da diretora grega Kornilia Vasileiadou, do grupo Kanigunda, da Universidade Aristotélica de Tessalônica, à nossa sede. 




Ficamos então sabendo que na Grécia, os artistas do grupo Kanigunda desenvolviam um processo de pesquisa similar ao que estamos desenvolvendo, buscando nas raízes populares gregas subsídios para a construção cênica. A pesquisa do grupo Kanigunda, na Grécia, acontece em dois pólos: um deles busca descobrir e resgatar o uso do coro grego e tem se debruçado nas vozes, sonoridades e histórias da Polifoniká[1], e noutro pólo acontece uma busca às raízes ritualísticas do teatro grego pesquisando os rituais do Ta Anastenaria[2]. Junto do grupo escolhemos fazer um intercâmbio e elegemos o texto As Bacantes, de Eurípides, como motivador de uma dramaturgia coletiva e de rua, porque ele responde a algumas questões estéticas que colhemos ao redor de nossa sede: o estrangeiro no novo lugar (Heliopolis), o novo que não é reconhecido (Ipiranga x Heliopolis), a defesa da tradição em contrapartida a vontade da mudança, a busca por outros espaços, ritualização e coro, etc.




Visita de Korina e Morettho a Cia Quartum Crescente em Mauá





[1] São canções tradicionais da região grega de Epirus ("Ήπειρος"). Nessa canção polifônica, que é uma síntese das vozes que a compõe, cada voz tem uma função distinta, um jeito específico de narrar historias que resgatam emoções profundas e fortes dos gregos. Uma forma vocal coletiva e que expressa de forma cultural e emotiva as histórias e os mitos coletivos gregos.Esses elementos ligam essa tradição vocal ao coro da tragédia grega.

[2] O Ta Anastenaria trabalha com elementos da música, da dança e de construção de cenário. Trata-se de uma tradição grega cujo elemento básico é caminhar sobre o fogo com os pés descalços em êxtase. Esse ritual verificado em algumas vilas da Grécia, em especial na região de Thraki.Segundo pesquisas esse costume vem de um antigo ritual religioso dionisíaco. A pesquisa busca na relação espacial, com a musica, dança e elementos que a compõe traçar uma possibilidade de resgate ritualístico da tragédia